O ex-vereador de Rio das Ostras, Mauricio BM (foto), publicou vídeo nesta segunda-feira (26) nas redes criticando o reajuste de 5,17% no IPTU, que já começou a ser cobrado em janeiro de 2026. O ponto mais sensível, segundo ele, é o caminho escolhido pela gestão: o aumento não teria passado por lei, mas por resolução administrativa da Secretaria de Fazenda — um atalho burocrático para uma decisão que pesa no bolso de praticamente toda a cidade.
Na prática, a crítica é simples e incômoda: um impacto coletivo foi tratado como “carimbo de repartição”. E, enquanto a cobrança sobe, a realidade citada pelo ex-parlamentar permanece conhecida demais para virar paisagem: ruas sem pavimentação, falta de drenagem, saneamento incompleto e bairros esquecidos, com serviços essenciais andando no ritmo da promessa.
Em 2025, Rio das Ostras arrecadou cerca de R$ 1,3 bilhão. Dinheiro, portanto, houve — o que expõe o núcleo do debate: gestão e prioridades. Sem planejamento e políticas públicas que entreguem retorno concreto (emprego, turismo, desenvolvimento e infraestrutura), o aumento de imposto vira a solução mais fácil — e o cidadão, o caixa automático de uma administração que cobra rápido e entrega devagar.
O espaço segue aberto para manifestação do prefeito Calos Augusto,




























